A 8ª edição quebrou o recorde de inscrições de grupos e artistas do Brasil e ocupou teatros, praças e ruas de Irecê, João Dourado, Ibititá e Lapão, além de comunidades rurais e quilombola — reforçando o compromisso de tornar as artes cênicas acessíveis no semiárido.
Pela primeira vez no interior da Bahia, o fundador do Odin Teatret (Dinamarca) e criador da Antropologia Teatral conduziu uma masterclass exclusiva para profissionais baianos da cena, ao lado da atriz e diretora Julia Varley. O espetáculo Compaixão, do Odin Teatret, subiu ao palco do Teatro Ataídes Ribeiro.
O diretor do Centro do Teatro do Oprimido de Paris — criado por Augusto Boal — conduziu o seminário “Teatro Fórum: a arte de inter-agir”. Cinco dias de laboratório culminaram numa noite em que o público deixou de ser espectador e se tornou espect-ator, intervindo e transformando as cenas.
Núcleo Caatinga / Cia. Avatar · dir. Paulo Atto — abertura, a partir da obra de Graciliano Ramos.
Com Mozar Primo · dir. Paulo Atto — a jornada mítica de um jovem sertanejo pela caatinga.
Odin Teatret (Dinamarca) · Julia Varley e Eugenio Barba.
ASTA (Portugal) · dir. Pati Domenech.
Ana Clara Veras — seguido do debate “Da cena à vida real: enfrentamento ao feminicídio”.
Cleybson Lima · dir. Thom Galiano — solo de dança sobre pertencimento e afeto.
Limiar Teatro — palhaçaria na Praça Chico Mendes, resultado do IV AABB EnCena.
Coletivo Duo — teatro para toda a família na Praça Zezé França, João Dourado.
No Espaço Colaborar, encontros sobre caracterização visual do intérprete, com Leonardo Teles, e figurino para multilinguagem, com Valeria Kaveski.
A cerimônia reuniu Maria Marighella (Funarte), Gabriela Sanddyego (Funceb), Oseas Marx (MinC na Bahia) e Ana Carolina Dias (Embasa Irecê).
foto em breve
foto em breve
foto em breve
foto em breve
foto em breve
foto em breve
“O teatro se move, nos move pela Caatinga, transformando o sertão — um lugar que muitas vezes se associa à seca, à distância e ao isolamento — em um palco de intercâmbio, resistência e poesia.”