Dance a tua Natureza Afro
Uma viagem pelo corpo como arquivo de memórias, gestos e emoções profundas. Pelo ritmo instintivo e pela fluidez do movimento, a dança se torna ponte entre a terra e o espírito — cada gesto conta uma história atemporal.
Uma viagem pelo corpo como arquivo de memórias, gestos e emoções profundas. Pelo ritmo instintivo e pela fluidez do movimento, a dança se torna ponte entre a terra e o espírito — cada gesto conta uma história atemporal.
O espetáculo coloca em movimento a memória ancestral como um manifesto que atravessa fronteiras e promove cura por meio do ritmo. Estimula uma viagem através do corpo como um arquivo de memórias, gestos e emoções profundas. Através do ritmo instintivo e da fluidez do movimento, a dança se torna uma ponte entre a terra e o espírito. Cada gesto conta uma história atemporal, onde a natureza humana desperta e se reconecta com a sua origem.
Edson Machado é pesquisador do movimento, dançarino profissional e educador corporal. Especialista na dimensão terapêutica, libertadora e pedagógica do movimento, é criador do método “Danza la tua Natura Afro”, que integra a matriz ancestral afro-brasileira às ciências ocidentais, da comunicação e da reabilitação psicofísica.
Inspirado no universo sonoro e visual de Carlinhos Brown, o rito e a celebração são dimensões do mesmo gesto. A dança acontece na tensão entre o céu e o chão, o sagrado e o profano, a Bahia concreta e o cosmo inventado.
Inspirado no universo sonoro e visual de Antônio Carlos Santos de Freitas, mais conhecido como Carlinhos Brown, no espetáculo o rito e a celebração são dimensões do mesmo gesto. A dança acontece na tensão entre o céu e o chão, o passado e o futuro, o sonho e a realidade, a violência e a festa, o sagrado e o profano. É nesse campo de forças que o grupo de bailarinos mergulha entre o cotidiano e o divino, entre a Bahia concreta e o cosmo inventado, num delírio de uma cidade submersa.
A Odun Companhia de Dança amplia a vivência cênica de estudantes e egressos da Escola de Dança da Funceb. São 32 bolsistas selecionados via edital público. Com ensaios diários e acompanhamento pedagógico especializado, a Companhia funciona como laboratório vivo de criação, formando repertório e estimulando a profissionalização em dança.
Resgata a importância de Gregório de Matos, poeta baiano nascido em 1636, revelando versos perturbadoramente contemporâneos. Uma experiência visceral que une a fúria poética do barroco ao rock’n roll ao vivo.
O espetáculo estreou em 2015 no Instituto Camões, em Lisboa, e já realizou dezenas de apresentações por São Paulo, Bahia e Berlim. Esta nova versão resgata apaixonadamente a importância de Gregório de Matos, poeta baiano nascido em 1636 e considerado o verdadeiro iniciador da literatura brasileira, revelando poemas perturbadoramente contemporâneos. Uma experiência teatral visceral que une a fúria poética do barroco à reflexão contemporânea: no palco, Ricardo Bittencourt é acompanhado pelo músico Adriano Salhab, que transforma a cena num verdadeiro show de rock’n roll, com participação especial do ator Gui Vieira.
O ator baiano Ricardo Bittencourt consolidou um dos capítulos mais marcantes de seus mais de 40 anos de carreira ao integrar, desde 2000, a Companhia Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona, liderada por Zé Celso Martinez Corrêa. No grupo atuou em montagens históricas como o ciclo Os Sertões, O Rei da Vela e Esperando Godot, e protagonizou Fausto, último espetáculo dirigido por Zé Celso.
Cinco personagens brasileiros, habitantes da capital paulista — mas que poderiam estar em qualquer metrópole do país — discorrem sobre suas vidas. Histórias célebres de gente anônima, aquela que constrói e levanta cidades.
Espetáculo do ator e diretor Marcelo Praddo, com textos do jornalista Christian Carvalho Cruz extraídos da coluna “Trombadas”. Em cena, cinco personagens brasileiros, habitantes da capital paulista — mas que poderiam estar em qualquer metrópole do país — discorrem sobre suas vidas. Segundo o próprio autor, são “histórias célebres de gente anônima”. O espetáculo dá voz a essas pessoas que não têm milhões de seguidores nem desfrutam de camarotes, mas que constroem e levantam cidades e a pura essência da alma brasileira.
Um dos mais atuantes das artes cênicas baianas, Marcelo Praddo é bacharel em Interpretação Teatral pela UFBA, com mais de 30 anos de carreira. Foi indicado quatro vezes ao Prêmio Braskem de Teatro, vencendo por Boca de Ouro, Os Pássaros de Copacabana, Um Vânia, de Tchekhov e O Circo de Só Ler. Desde 2008 integra o Grupo Teatro NU, ao lado do diretor Gil Vicente Tavares.
Teatro, música e dança em torno do tempo, da ancestralidade e da existência negra no Brasil contemporâneo. Dofona, Dofonitinho e Famo — três jovens negros, yawôs e estudantes de teatro — buscam respostas sobre o tempo, a vida e a existência.
Vencedor do 36º Prêmio Shell na categoria “Destaque Nacional”, o espetáculo propõe uma experiência cênica que une teatro, música e dança em torno de uma reflexão sobre o tempo, a ancestralidade e a existência negra no Brasil contemporâneo. Conta a história de Dofona, Dofonitinho e Famo, três jovens negros, yawôs e estudantes de teatro, em busca de respostas sobre o tempo, a vida e a existência.
Onisajé (Fernanda Júlia Barbosa), doutora em Artes Cênicas pela UFBA, é diretora teatral, dramaturga, roteirista, curadora e formadora de atuantes. A Cia. Única de Teatro foi idealizada em 2018 por Júnior Dias e Júlia Lorrana e estreou em dezembro de 2019 com a esquete Joca e os Brinquedos.
Numa caminhada de volta ao passado, o narrador transforma o espaço brincando de dar vida: anima marionetes, cria sombras e transparências e passeia por diversos personagens, abrindo portas para os sonhos e a imaginação.
Numa caminhada de volta ao passado, revivendo a sensibilidade de algumas aventuras de Pinocchio, o narrador transforma o espaço brincando de dar vida: anima marionetes, cria sombras e transparências, passeia por diversos personagens e se apropria de variados elementos cênicos que, juntos, abrem portas para os sonhos e a imaginação.
A Cia Arte-Móvel nasceu em 2009 e busca estar em sintonia com a contemporaneidade, instigando reflexões sobre temas que assolam a humanidade. Une teatro laboratório, teatro de animação, audiovisual e dança, e é realizadora da Mostra de Teatro Cena Bárbara, fortalecendo há mais de 10 anos a rede teatral do interior paulista.
Monólogo premiado, com voz off de Miguel Falabella, que homenageia Dercy Gonçalves — uma das maiores atrizes do século 20. Visto por mais de 40 mil pessoas desde a estreia.
O premiado monólogo, estrelado por Grace Gianoukas, com voz off de Miguel Falabella, escrito e dirigido por Kiko Rieser, presta homenagem a Dercy Gonçalves, uma das maiores atrizes do século 20. Desde a estreia, o espetáculo é sucesso de crítica e público — visto por mais de 40 mil pessoas.
Grace Gianoukas venceu os prêmios APCA e Shell (2024) de melhor atriz e o I Love PRIO (2024) de melhor performance. Kiko Rieser venceu o Prêmio Bibi Ferreira de melhor dramaturgia original (2023).
Performance poética entre poemas de Alex Simões e autores de sua predileção. Trata da vertigem do artista diante da urgência de escrever: o poeta “toca” uma máquina de datilografia enquanto músicos executam seus instrumentos.
Performance poética construída entre poemas de Alex Simões e de autores de sua predileção. Trata da vertigem do artista diante da urgência de escrever: em cena, o poeta “toca” uma máquina de datilografia enquanto músicos executam seus instrumentos, entre poemas que tratam das derivas de um corpo negro e gay pelas ruas da cidade.
Alex Simões é poeta, performer e pesquisador baiano. Sua obra cruza poesia falada, música ao vivo e performance, tomando o corpo negro e dissidente como território poético.
Um homem emigrante tenta reorganizar a vida depois que comércio e casa são destruídos por um “desastre natural”. Existe apesar do abandono, do racismo latente dos vizinhos e da solidão — e faz da alegria sua arma de resistência.
Um homem emigrante tenta reorganizar a vida depois que seu comércio e sua casa são destruídos por um “desastre natural”. Ele existe apesar do abandono, do racismo latente dos vizinhos e da solidão — e faz da alegria sua arma de resistência.
Rui Frati dirige o Théâtre de l’Opprimé, em Paris, casa criada a partir do legado de Augusto Boal. Referência mundial do Teatro do Oprimido, conduziu na 8ª edição do festival o seminário “Teatro Fórum: a arte de inter-agir”.
Amadeus, um homem negro que perde a fé após uma pandemia, vaga solitário pelo mundo de 2033. Na luta por sua sanidade, precisará confrontar suas crenças para cumprir a travessia — até que algo inesperado acontece.
Amadeus, um homem negro que perde a fé após uma pandemia, vaga solitário pelo mundo de 2033. Na luta por sua sanidade, precisará confrontar suas crenças para cumprir a travessia — até que algo inesperado acontece.
A Sinuosa Cia de Teatro, de Salvador, investiga dramaturgias negras contemporâneas sob direção de Fernando Santana.
Revisita a Revolta dos Búzios (1798) pela perspectiva de Lucas Dantas de Amorim Torres — jovem negro, alfaiate e mártir. A dramaturgia o retira da condição de personagem secundário e o coloca no centro, como sujeito político e revolucionário.
O espetáculo revisita a Revolta dos Búzios (1798) pela perspectiva de Lucas Dantas de Amorim Torres — jovem negro, alfaiate e mártir da conspiração baiana. A dramaturgia o retira da condição de personagem secundário da história oficial e o coloca no centro da cena, como sujeito político e revolucionário.
A Cia de Teatro Gente pesquisa a história do povo negro na Bahia a partir da cena. O solo é interpretado por Everton Machado com direção de Nathan Marreiro.
Inspirado no munzuá, artefato tradicional da pesca artesanal, o espetáculo ressignifica o objeto como instrumento capaz de pescar palavras, histórias, sonhos e memórias. Teatro, literatura, música e imaginação para toda a família.
Inspirado no munzuá, artefato tradicional da pesca artesanal, o espetáculo ressignifica o objeto como instrumento capaz de pescar palavras, histórias, sonhos e memórias. Teatro, literatura, música e imaginação para toda a família.
O Coletivo Serra Grande atua no sul da Bahia com teatro de rua, contação de histórias e formação em comunidades pesqueiras e rurais.